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terça-feira, março 15, 2005

Antônio Carlos,
mundo inteiro de alameda, Jobim


Tijuca, baiúca primeira
Alto e bom som, de floresta
Piano, flauta, passarinho, violão
Dias de Tom.

Via Lobos, cifras e charutos
Nevoentos, sagazes, dias-sonhos
Pixinguinha e a branca sem memória
Velho mestre, terno Radamés.

Acolá, aqui e Ari, Barroso
Por toda parte, amigo todo
De Antônio inzoneiro
Caro amigo, sempre, brasileiro

Clube da chave, embaixada dos orfeus
Uísques de Morais: esse era o tom
Muito antes de Jobim
Serafim, foi buscar balde de mote.

Desde que disse, Mário de Andrade:
"- Faça música brasileira!"
Daí em diante foi Pau, Pedra...
Fim do tacanho.

Renato Ribas

(10 anos sem Tom. 8, dezembro, 2004)

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